25 junho 2010

na vida do nosso mundo

Porque por vezes pensamos que estamos mal o até muito bem e há imagens/vidas como estas espalhadas pelo mundo...

24 junho 2010

Clareza e ambição para atingir os ODM


A poucos meses do Encontro das Nações Unidas em Nova Iorque que irá rever os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, e a dois terços do final da meta traçada para os atingir (2015), a Comissão Europeia apresenta um Plano de Acção com doze pontos-chave para apoiar os ODM. A CIDSE, a Caritas e a CONCORD elaboraram um conjunto de recomendações para uma evolução “ambiciosa” desta causa, na sequência do esforço que as ONG religiosas na Europa têm vindo a fazer.
O Encontro das Nações Unidas está agendado para os dias 22 a 24 de Setembro, em Nova Iorque. Restabelecer prioridades para o combate à pobreza, desigualdades e injustiças sociais será o grande mote deste evento, que poderá resultar num momento decisivo para a estratégia futura da Campanha do Milénio. O objectivo é rever os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), atendendo a que, a apenas cinco anos do final da meta estipulada na Cimeira do Milénio, em 2000, os progressos alcançados nesta matéria estão longe de cumprir, ao nível dos diferentes desafios definidos pelos oito ODM, quer no que concerne as populações alvo a apoiar, os países a serem beneficiados ou mesmo as melhorias obtidas nas diferentes regiões de cada um destes países.
Antecipando-se ao Encontro que terá lugar ao mais alto nível, a União Europeia apresentou já uma posição clara que reforça o apoio aos ODM, com base numa estratégia com novas políticas orientadoras das acções que desenvolve com vista à sua obtenção, até 2015. No âmbito do seu pacote de desenvolvimento publicado a 21 de Abril, a Comissão Europeia propôs um conjunto de doze medidas prioritárias que integram um Plano de Acção renovado para apoiar os ODM.
Em concreto, a Comissão propõe-se endereçar os esforços europeus relacionados com a obtenção dos ODM aos países onde se verificam maiores atrasos e aos Objectivos que têm vindo a ser mais negligenciados ou esquecidos. A ideia é também concentrar atenções nos grupos vulneráveis, adoptando medidas específicas de acordo com as necessidades locais, em áreas como a saúde, a educação, a igualdade de géneros e a segurança alimentar.
Reconhecendo que a EU se tem vindo a afastar do compromisso de ajudar com 0,7por cento do PIB, até 2015, a Comissão defende que este Plano de acção vem reforçar os Estados-membros a aumentar a ajuda ao desenvolvimento, adoptando estratégias de acção anuais, a nível nacional. Por outro lado, diz, identifica a eficácia da ajuda, fontes de financiamento inovadoras e meios de mobilização de receitas internas (como impostos ou evasão fiscal). O documento prevê ainda a necessidade de fundos adicionais para enfrentar os efeitos das alterações climáticas na maioria dos países mais afectados.
Mais acção, defendem ONG europeias
As organizações não governamentais europeias de cariz religioso, incluindo a Caritas Europa, a CIDSE e a CONCORD, colaboraram com as suas perspectivas sobre uma matéria tão determinante para o equilíbrio mundial. Propondo um conjunto de recomendações para o “ambicioso” Plano de Acção da EU para os ODM (algumas das quais foram consideradas na elaboração do documento), estas ONG defendem, contudo, que o Plano contempla muitas poucas propostas orientadas para acções concretas e efectivas. A algumas delas falta mesmo alguma clareza, notam. Por exemplo, o Plano não esclarece suficientemente quanto à eficácia da ajuda, de modo a contornar os obstáculos que se interpõem ou os condicionalismos legislativos de cada país.
Apesar dos indicadores de Ajuda Pública ao Desenvolvimento “estarem pouco focados em resultados qualitativos do desenvolvimento”, o conceito de participação social “foi nulo” e o papel das organizações da sociedade civil enquanto actores fundamentais para a obtenção dos ODM “totalmente negligenciado”. Neste contexto, a Caritas apelou à necessidade de uma análise profunda ao nível dos contextos locais em cada país, a qual terá de ser realizada com a participação das populações pobres e das organizações sociais.

Para já, foi criada a comissão representativa dos vários Estados-membros da EU que irá preparar o Encontro das Nações Unidas dedicado aos ODM, em Setembro. Em causa está perceber se o evento irá constituir uma oportunidade para pôr em marcha um verdadeiro plano de acção ou se, pelo contrário, será mais um momento para “meras declarações políticas”.

A poucos meses do Encontro das Nações Unidas em Nova Iorque que irá rever os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, e a dois terços do final da meta traçada para os atingir (2015), a Comissão Europeia apresenta um Plano de Acção com doze pontos-chave para apoiar os ODM. A CIDSE, a Caritas e a CONCORD elaboraram um conjunto de recomendações para uma evolução “ambiciosa” desta causa, na sequência do esforço que as ONG religiosas na Europa têm vindo a fazer.
O Encontro das Nações Unidas está agendado para os dias 22 a 24 de Setembro, em Nova Iorque. Restabelecer prioridades para o combate à pobreza, desigualdades e injustiças sociais será o grande mote deste evento, que poderá resultar num momento decisivo para a estratégia futura da Campanha do Milénio. O objectivo é rever os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), atendendo a que, a apenas cinco anos do final da meta estipulada na Cimeira do Milénio, em 2000, os progressos alcançados nesta matéria estão longe de cumprir, ao nível dos diferentes desafios definidos pelos oito ODM, quer no que concerne as populações alvo a apoiar, os países a serem beneficiados ou mesmo as melhorias obtidas nas diferentes regiões de cada um destes países.
Antecipando-se ao Encontro que terá lugar ao mais alto nível, a União Europeia apresentou já uma posição clara que reforça o apoio aos ODM, com base numa estratégia com novas políticas orientadoras das acções que desenvolve com vista à sua obtenção, até 2015. No âmbito do seu pacote de desenvolvimento publicado a 21 de Abril, a Comissão Europeia propôs um conjunto de doze medidas prioritárias que integram um Plano de Acção renovado para apoiar os ODM.
Em concreto, a Comissão propõe-se endereçar os esforços europeus relacionados com a obtenção dos ODM aos países onde se verificam maiores atrasos e aos Objectivos que têm vindo a ser mais negligenciados ou esquecidos. A ideia é também concentrar atenções nos grupos vulneráveis, adoptando medidas específicas de acordo com as necessidades locais, em áreas como a saúde, a educação, a igualdade de géneros e a segurança alimentar.
Reconhecendo que a EU se tem vindo a afastar do compromisso de ajudar com 0,7por cento do PIB, até 2015, a Comissão defende que este Plano de acção vem reforçar os Estados-membros a aumentar a ajuda ao desenvolvimento, adoptando estratégias de acção anuais, a nível nacional. Por outro lado, diz, identifica a eficácia da ajuda, fontes de financiamento inovadoras e meios de mobilização de receitas internas (como impostos ou evasão fiscal). O documento prevê ainda a necessidade de fundos adicionais para enfrentar os efeitos das alterações climáticas na maioria dos países mais afectados.
Mais acção, defendem ONG europeias
As organizações não governamentais europeias de cariz religioso, incluindo a Caritas Europa, a CIDSE e a CONCORD, colaboraram com as suas perspectivas sobre uma matéria tão determinante para o equilíbrio mundial. Propondo um conjunto de recomendações para o “ambicioso” Plano de Acção da EU para os ODM (algumas das quais foram consideradas na elaboração do documento), estas ONG defendem, contudo, que o Plano contempla muitas poucas propostas orientadas para acções concretas e efectivas. A algumas delas falta mesmo alguma clareza, notam. Por exemplo, o Plano não esclarece suficientemente quanto à eficácia da ajuda, de modo a contornar os obstáculos que se interpõem ou os condicionalismos legislativos de cada país.
Apesar dos indicadores de Ajuda Pública ao Desenvolvimento “estarem pouco focados em resultados qualitativos do desenvolvimento”, o conceito de participação social “foi nulo” e o papel das organizações da sociedade civil enquanto actores fundamentais para a obtenção dos ODM “totalmente negligenciado”. Neste contexto, a Caritas apelou à necessidade de uma análise profunda ao nível dos contextos locais em cada país, a qual terá de ser realizada com a participação das populações pobres e das organizações sociais.

Para já, foi criada a comissão representativa dos vários Estados-membros da EU que irá preparar o Encontro das Nações Unidas dedicado aos ODM, em Setembro. Em causa está perceber se o evento irá constituir uma oportunidade para pôr em marcha um verdadeiro plano de acção ou se, pelo contrário, será mais um momento para “meras declarações políticas”.


FONTE: Fundação Evangelização e Culturas

21 junho 2010

Workshop do SDM na VI Expo Social em Seia


Na passada Quinta-feira um dos Workshops, para os alunos do 8.º ano dos agrupamentos de Seia, foi orientado pelo SDM sob o título: Oito Objectivos do Milénio. No ano de 2000, 189 chefes de Estado e de Governo assinaram a Declaração do Milénio, estabelecendo 8 objectivos de desenvolvimento, a alcançar até 2015. Estes Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), devem ser uma prioridade da agenda política de todos e cada um dos Estados signatários, entre os quais Portugal. Os ODM são: 1. Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome, 2. Alcançar o ensino primário universal, 3. Promover a igualdade entre sexos, 4. Reduzir em 2/3 a mortalidade das crianças, 5. Reduzir em ¾ a taxa de mortalidade materna, 6. Combater a sida, a malária e outras doenças, 7. Garantir a sustentabilidade ambiental e 8. Criar uma parceria mundial para o desenvolvimento. Neste workshop foram feitas algumas dinâmicas para uma maior compreensão de cada um dos objectivos e dialogada também a experiência do Guard’África (voluntariado missionário da diocese). O nosso agradecimento à organização da VI Expo Social de Seia pelo convite.

No âmbito de dar a conhecer estes os ODM o Secretariado Diocesano das Missões continua disponível para fazer este Workshop a quem solicitar a nossa presença. Para consulta: www.sdmissoesguarda.blogspot.com e para contactar: sdmissoesguarda@gmail.com

18 junho 2010

Carta Pastoral dos Bispos de Portugal sobre a Missão

Finalmente a Conferência Episcopal Portuguesa produz um documento sobre a Missão. Com o título: «COMO EU VOS FIZ, FAZEI VÓS TAMBÉM» Para um rosto missionário da Igreja em Portugal, foi ontem aprovada e divulgada esta carta pastoral que pode ser lida aqui:
Carta Pastoral dos Bispos de Portugal sobre a Missão

16 junho 2010

Curso de Missiologia

O Curso de Missiologia é um curso de formação que visa a qualificação do missionário e, consequentemente, da Missão.

Tem como objectivos:
Apresentar as bases bíblico-teológicas da missão ad gentes.
Repensar a missão à luz do Vaticano II e dos documentos recentes do Magistério.
Percorrer as etapas mais importantes da história da evangelização e da reflexão missiológica.
Apresentar exemplos concretos da praxis missionária actual e preparar para os desafios da inculturação e do diálogo do Cristianismo com outras religiões.

A quem se destina?
. Membros dos Institutos Missionários Religiosos/as
. Sacerdotes diocesanos
. Missionários em férias
. Seminaristas e estudantes de teologia
. Candidatos ao Laicado Missionário
. Voluntários da Missão

Data:
23 a 28 de Agosto de 2010

Este ano corresponde ao 1º ciclo bienal e abordará os seguintes temas:
.A missão nos actos dos apóstolos
.A espiritualidade missionária
.A evangelização na época e no espaço dos descobrimentos
.A evangelização e as culturas: Os desafios da inculturação
.A mulher: sujeito e destinatário da missão

Docentes:
.Dom António da Rocha Couto - SMBN
.Padre José Antunes da Silva - SVD
.Padre David Sampaio Barbosa - SVD
.Frei José Nunes - OP
.Irmã Miriam Rotta - FSP

O curso será ministrado através de:
.Conferências
.Trabalhos de grupo
.Debates
.Plenários
.Workshops
.Testemunhos missionários

E inclui também:
.Convívio
.Celebração da Eucaristia e da Liturgia das Horas
.Terço Missionário na Capelinha das Aparições

Qualquer informação contactar:
Secretariado do Curso de Missiologia
Museu de Arte Sacra e Etnologia
Missionários da Consolata
Rua Francisco Marto, 52
Apartado 5
2496-908 FÁTIMA

por telefone ou fax:
Tel: 249 539 470 | Fax: 249 539 479

ou ainda, via email:
cursomissiologia@consolata.pt

Dados importantes:
Inscrição: 20€

Data limite de inscrições:
18 de Agosto de 2010

Alojamento:
Fica a cargo dos participantes.

No seminário da Consolata há possibilidade limitada de alojamento.
Marque quanto antes.
Quarto individual/duplo/triplo e refeições
Também há camaratas (para grupos)
Informar que é participante do Curso de Missiologia
Tel. 249 539 430

Informações úteis:
O curso tem início no dia 23 de Agosto às 9h00.
Termina no dia 28 às 13h00 com a entrega dos diplomas.

Para mais informações úteis vá a:
www.cursodemissiologia.blogspot.com

07 junho 2010

Jornadas Missionárias 2010


Dia 17 (Sexta-Feira)

17.00h Acolhimento – Cento Paulo VI – Fátima

19.00h EUCARISTIA - Cento Paulo VI – Sala Bom Pastor

20.00h Jantar

21.30h Dinamismo e vitalidade da Igreja nas Primeiras Comunidades (Lc e Act), D. António Couto – Presidente da Comissão Episcopal Missões


Dia 18 (Sábado)

09.00h Oração da manhã

09.30h O Espírito Santo, protagonista da Missão (RM, Cap.III), Tony Neves, CSSp – Director Diocesano das OMP de Lisboa

11.00h Painel: Como estimular o espírito missionário no Clero Diocesano?, Vários convidados

13.00h Almoço

15.00h A dimensão missionária no ministério sacerdotal, António Almiro Mendes – Director Diocesano das OMP do Porto

17.00h Painel: Missão e luta contra a pobreza e exclusão, Vários convidados

19.00h EUCARISTIA

20.00h Jantar

21.00h Convívio missionário

Dia 19 (Domingo)

09.00h Oração da manhã

09.30h Painel: O Espírito no planeta jovem – representantes de alguns Movimentos Missionários Juvenis, Diversos convidados

11.00h EUCARISTIA – Conclusões

13.00h Almoço

Escola de Verão de Voluntariado

ESCOLA DE VERÃO DE VOLUNTARIADO -

INSCRIÇÕES ATÉ 18 DE JUNHO

A Fundação Eugénio de Almeida promove em 2010 a primeira edição da Escola de Verão de Voluntariado à qual se associam conceituados especialistas nacionais e internacionais, disponibilizando um conjunto sistematizado de conhecimento e informação relevantes, na perspectiva da criação de novos modelos de actuação e de melhores condições para o exercício efectivo do voluntariado.

O desenvolvimento, num curto período de tempo, de um conjunto de actividades formativas e pedagógicas, incluindo conferências, workshops e sessões de partilha de práticas, entre os diversos agentes do voluntariado provenientes de todo o território nacional, procura dar resposta à necessidade de formação e capacitação destes agentes no terreno.

Aliados aos aspectos formativos e pedagógicos, os diversos momentos de convívio previstos durante a iniciativa serão uma oportunidade única para o estabelecimento de uma rede de contactos, na área do voluntariado, entre os vários participantes e intervenientes.

Destinatários:
São destinatários os voluntários, técnicos, animadores e coordenadores de projectos de voluntariado, formadores e dirigentes de organizações privadas e públicas que desenvolvam ou venham a desenvolver projectos de voluntariado.



Clique aqui para mais informações: Banco de Voluntariado - ESCOLA DE VERÃO DE VOLUNTARIADO

Fórum Eugénio de Almeida | Évora
30 de Junho, 1 e 2 de Julho


Inscrições abertas até ao dia 18 de Junho


04 junho 2010

Mensagem ao Povo de Deus



Com data de 28 de Maio, o Conselho Presbiteral da Diocese da Guarda divulgou a seguinte Mensagem ao Povo de Deus:

“No início do Ano Sacerdotal, enviámos uma mensagem ao Povo Deus que vive na diocese da Guarda. Depois de realizada a Assembleia Geral do Clero, no final do mês de Abril, e aproximando-se já o termo do Ano Sacerdotal, julgamos oportuno fazer chegar uma outra mensagem, com base no que debatemos nessa Assembleia e nas propostas que foram feitas.

1. Reunimo-nos com o objectivo de servir cada vez melhor o Povo de Deus e, ao longo de dois dias, procurámos reflectir sobre as estruturas diocesanas; as actuais dificuldades da vida sacerdotal; a comunhão no presbitério e a nova evangelização; o testemunho de vida sacerdotal e as novas vocações sacerdotais; o novo modelo de Igreja, tendente a ser mais comunidade ministerial.

2. Diante do Povo de Deus, desejamos testemunhar que sentimos o Presbitério Diocesano como factor de identidade e espiritualidade sacerdotal. Inseridos afectivamente nele, queremos colocar as nossas capacidades humanas, enobrecidas pela acção do Espírito em nós, ao serviço da comunhão de toda a Igreja diocesana. O trabalho pastoral ainda não é desenvolvido em total espírito de comunhão e cooperação entre nós, presbíteros, mas desejamos progredir nesse caminho. Devemos ter a coragem de estender essa comunhão e cooperação à nossa própria sustentação material, que há-de pautar-se pela sobriedade e dignidade. Temos, aliás, dois organismos para mais facilmente a tornarmos efectiva: o Instituto Diocesano de Comunhão e Partilha e a Fundação Nun’Álvares.

3. Embora sintamos dor e tristeza face a alguns problemas conjunturais que assolam hoje em dia a Igreja de Cristo, continuaremos dispostos a construir uma Igreja fiel às orientações do Concílio Vaticano II e da Sé Apostólica, vozes do Espírito de Deus que nos convidam à comunhão e à co-responsabilidade eclesiais. Para dar maior visibilidade a este novo modelo de Igreja, é imperioso que usemos melhor as estruturas de comunhão existentes e tenhamos abertura de espírito e confiança para criarmos e acarinharmos outras necessárias para este tempo.

4. Queremos dizer ao Povo de Deus que a angariação de candidatos ao ministério sacerdotal, doravante, estará mais no centro das nossas preocupações. Por isso, iremos pedir um redobrado empenho de todos, em ordem a que cada paróquia se torne progressivamente uma comunidade consciente de ter sido chamada por Deus e que, por sua vez, chama alguns a seguirem a Cristo na condição de pastores e por eles reza assiduamente. Por outro lado, tentaremos agilizar as estruturas de acompanhamento vocacional – o Pré-Seminário e o Seminário Menor – para que o Seminário Maior disponha dum número suficiente de jovens a preparar-se para o ministério ordenado.

5. Partilhamos, agora, convosco algumas dificuldades inerentes ao exercício do nosso ministério sacerdotal, ao mesmo tempo que imploramos que continueis a rogar a Deus para que sejamos fiéis a Cristo. Constatamos que não temos conseguido implementar ainda uma verdadeira pastoral de conjunto; que somos pouco solidários na aplicação de normas pastorais; que temos sacrificado a qualidade das celebrações eucarísticas à quantidade, ainda que na recta intenção de as proporcionarmos a quase todas as comunidades cristãs em dia de Domingo; que a catequese de adultos foi uma iniciativa de resultados muito modestos; que mobilizamos poucos leigos para o serviço nas comunidades cristãs; que a distribuição do clero continua a ser pouco equitativa; e que há em nós resistências a novas e urgentes formas de organização da pastoral diocesana.

6. Particularmente neste Ano Sacerdotal, sentimos que somos interpelados a ser verdadeiramente padres fiéis ao dom recebido e entregues à missão que queremos intensificar na diocese. O Espírito nos pede e nos impele a que dêmos um testemunho alegre da fé que nos anima, e que estejamos sempre prontos a dar razões da nossa esperança, sobretudo através da caridade para com todos, crentes e descrentes.

7. Pedindo-vos perdão pelas vezes em que não fomos pastores segundo o Coração de Cristo, o único Bom Pastor, fica o nosso compromisso de nos deixarmos conduzir mais pela luz e força do Espírito Santo, imitando assim a Santíssima Virgem, e à sua maternal protecção vos confiamos”.