13 outubro 2017

Missão - Dia 13 Outubro


Santa Maria, Nossa Rainha. Esta Terra que Te pertence
agradece o privilégio único de ser escolhida para espalhar
ao mundo a tua mensagem e, mais uma vez, confia ao teu
Imaculado Coração fervorosa súplica pela Paz.

12 outubro 2017

Missão - Dia 12 Outubro


Pedimos, por intercessão da Senhora de Fátima, que a
oração do Rosário seja acarinhada nas famílias portuguesas
e, através dela, as novas gerações conheçam os mistérios da
vida de Jesus e O anunciem sem preconceitos.

11 outubro 2017

Missão - Dia 11 Outubro


Por intercessão do bom Papa João XXIII, rezamos
especialmente pelo Papa Francisco e todos os Pastores da
Igreja para que, através da sua palavra e do seu exemplo, a
Igreja cresça na santidade e seja farol para todos os povos.

Missão - Dia 10 Outubro


Peçamos a força do Espírito Santo para as nossas
comunidades cristãs. Que permaneçam fiéis ao amor de
Deus, e sejam no mundo um sinal luminoso de Cristo.

09 outubro 2017

Missão - Dia 9 Outubro


Por intercessão da Virgem Nossa Senhora pedimos que
a chama da fé nunca se apague na vida dos discípulos de
Jesus, e que ela ilumine a mente e os corações dos que ainda
não O conhecem.

18 setembro 2017

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2017




Queridos irmãos e irmãs!
O Dia Mundial das Missões concentra-nos, também este ano, na pessoa de Jesus, «o primeiro e maior evangelizador» (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 7), que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De facto a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem sobretudo os inocentes. Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão?
A missão e o poder transformador do Evangelho de Cristo, Caminho, Verdade e Vida
1. A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora duma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida de Cristo ressuscitado, o qual, comunicando o seu Espírito vivificador, torna-Se para nós Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14, 6). É Caminho que nos convida a segui-Lo com confiança e coragem. E, seguindo Jesus como nosso Caminho, fazemos experiência da sua Verdade e recebemos a sua Vida, que é plena comunhão com Deus Pai na força do Espírito Santo, liberta-nos de toda a forma de egoísmo e torna-se fonte de criatividade no amor.
2. Deus Pai quer esta transformação existencial dos seus filhos e filhas; uma transformação que se expressa como culto em espírito e verdade (cf. Jo 4, 23-24), ou seja, numa vida animada pelo Espírito Santo à imitação do Filho Jesus para glória de Deus Pai. «A glória de Deus é o homem vivo» (Ireneu, Adversus haereses IV, 20, 7). Assim, o anúncio do Evangelho torna-se palavra viva e eficaz que realiza o que proclama (cf. Is 55, 10-11), isto é, Jesus Cristo, que incessantemente Se faz carne em cada situação humana (cf. Jo 1, 14).
A missão e o kairós de Cristo
3. Por conseguinte, a missão da Igreja não é a propagação duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Diversamente, através da missão da Igreja, é Jesus Cristo que continua a evangelizar e agir; e, por isso, aquela representa o kairós, o tempo propício da salvação na história. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, consentindo à pessoa que O acolhe com fé e amor experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra. «A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 276).
4. Lembremo-nos sempre de que, «ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo» (Bento XVI, Carta. enc. Deus caritas est, 1). O Evangelho é uma Pessoa, que continuamente Se oferece e, a quem A acolhe com fé humilde e operosa, continuamente convida a partilhar a sua vida através duma participação efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirmação, torna-se unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemunho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se alimento do homem novo, «remédio de imortalidade» (Inácio de Antioquia, Epistula ad Ephesios, 20, 2).
5. O mundo tem uma necessidade essencial do Evangelho de Jesus Cristo. Ele, através da Igreja, continua a sua missão de Bom Samaritano, curando as feridas sanguinolentas da humanidade, e a sua missão de Bom Pastor, buscando sem descanso quem se extraviou por veredas enviesadas e sem saída. E, graças a Deus, não faltam experiências significativas que testemunham a força transformadora do Evangelho. Penso no gesto daquele estudante «dinka» que, à custa da própria vida, protege um estudante da tribo «nuer» que ia ser assassinado. Penso naquela Celebração Eucarística em Kitgum, no norte do Uganda – então ensanguentado pelas atrocidades dum grupo de rebeldes –, quando um missionário levou as pessoas a repetirem as palavras de Jesus na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?» (Mc 15, 34), expressando o grito desesperado dos irmãos e irmãs do Senhor crucificado. Aquela Celebração foi fonte de grande consolação e de muita coragem para as pessoas. E podemos pensar em tantos testemunhos – testemunhos sem conta – de como o Evangelho ajuda a superar os fechamentos, os conflitos, o racismo, o tribalismo, promovendo por todo o lado a reconciliação, a fraternidade e a partilha entre todos.
A missão inspira uma espiritualidade de êxodo, peregrinação e exílio contínuos
6. A missão da Igreja é animada por uma espiritualidade de êxodo contínuo. Trata-se de «sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 20). A missão da Igreja encoraja a uma atitude de peregrinação contínua através dos vários desertos da vida, através das várias experiências de fome e sede de verdade e justiça. A missão da Igreja inspira uma experiência de exílio contínuo, para fazer sentir ao homem sedento de infinito a sua condição de exilado a caminho da pátria definitiva, pendente entre o «já» e o «ainda não» do Reino dos Céus.
7. A missão adverte a Igreja de que não é fim em si mesma, mas instrumento e mediação do Reino. Uma Igreja autorreferencial, que se compraza dos sucessos terrenos, não é a Igreja de Cristo, seu corpo crucificado e glorioso. Por isso mesmo, é preferível «uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças» (Ibid., 49).
Os jovens, esperança da missão
8. Os jovens são a esperança da missão. A pessoa de Jesus e a Boa Nova proclamada por Ele continuam a fascinar muitos jovens. Estes buscam percursos onde possam concretizar a coragem e os ímpetos do coração ao serviço da humanidade. «São muitos os jovens que se solidarizam contra os males do mundo, aderindo a várias formas de militância e voluntariado. (...) Como é bom que os jovens sejam “caminheiros da fé”, felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!» (Ibid., 106). A próxima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que terá lugar em 2018 sobre o tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional», revela-se uma ocasião providencial para envolver os jovens na responsabilidade missionária comum, que precisa da sua rica imaginação e criatividade.
O serviço das Obras Missionárias Pontifícias
9. As Obras Missionárias Pontifícias são um instrumento precioso para suscitar em cada comunidade cristã o desejo de sair das próprias fronteiras e das próprias seguranças, fazendo-se ao largo a fim de anunciar o Evangelho a todos. Através duma espiritualidade missionária profunda vivida dia-a-dia e dum esforço constante de formação e animação missionária, envolvem-se adolescentes, jovens, adultos, famílias, sacerdotes, religiosos e religiosas, bispos para que, em cada um, cresça um coração missionário. Promovido pela Obra da Propagação da Fé, o Dia Mundial das Missões é a ocasião propícia para o coração missionário das comunidades cristãs participar, com a oração, com o testemunho da vida e com a comunhão dos bens, na resposta às graves e vastas necessidades da evangelização.
Fazer missão com Maria, Mãe da evangelização
10. Queridos irmãos e irmãs, façamos missão inspirando-nos em Maria, Mãe da evangelização. Movida pelo Espírito, Ela acolheu o Verbo da vida na profundidade da sua fé humilde. Que a Virgem nos ajude a dizer o nosso «sim» à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo; nos obtenha um novo ardor de ressuscitados para levar, a todos, o Evangelho da vida que vence a morte; interceda por nós, a fim de podermos ter uma santa ousadia de procurar novos caminhos para que chegue a todos o dom da salvação.
Vaticano, 4 de junho – Solenidade de Pentecostes – de 2017.

FRANCISCO

07 setembro 2017

Jornadas Missionárias 2017, Vamos?

JORNADAS MISSIONÁRIAS 2017
MISSÃO do CORAÇÃO ao CORAÇÃO

PROGRAMA
Sábado - 16 de Setembro
10h00 – Oração
10h15 – Abertura (D. Manuel Linda)
10h30 – “Sim… Faça-se…” (Lc 1,38)
          – Aceitação da Missão. Acreditar no impossível
             (Drª Isabel Varanda)
11h30 – “Feliz porque acreditaste…” (Lc 1,45)
          – Participação do missionário no mistério de Cristo
             (D. António Couto)
13h00 – Almoço
15h00 – “A minha alma engrandece o Senhor…”(Lc 1,46)
          – Da experiência de Deus às experiências do missionário
             (P. Adelino Ascenso)
16h00 – “Apareceu no céu um grande sinal…” (Ap 12,1)
          – Missão como promessa e realidade
             (Drª Margarida Cordo)
17h00 – Intervalo
17h30 às 18h30 – Missão e Acção
19h00 – Eucaristia
20h00 – Jantar
21h30 – Terço e procissão de Velas – Capelinha das Aparições

Domingo -  17 de Setembro
09h00 – Oração
09h15 –Exaltou os humildes…”(Lc 1, 52)
          – Missão como denúncia e acolhimento. Trafego humano e refugiados
             (Dr André Costa Jorge )
11h00 – Eucaristia no Santuário
13h00 – Almoço
15h00 – “Magnificat”(Lc 1,46-55)
          – Cântico missionário para hoje
             (Frei João Lourenço)
16h30 – Envio e Conclusões


As Jornadas Missionárias  realizar-se-ão de 16 a 17 de Setembro de 2017, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima.
A organização é da responsabilidade da Comissão Episcopal Missões, Obras Missionárias Pontifícias e CIRP

19 junho 2017

Dia da campanha da Obra de S. Pedro Apóstolo

Está a chegar o dia que marca a celebração da Obra, mas que se prolonga durante todo o ano. Celebre-o e dê a sua ajuda na medida do possível.

O que é a Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo?
É uma Instituição da Igreja universal fundada para sensibilizar o povo cristão às necessidades da formação do clero nos países de Missão e para convidar a todos a uma colaboração espiritual e material na preparação dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa.

Como nasceu a Pontifícia Obra de São Pedro?
A Obra é fruto da paixão missionária de Jeanne Bigard e de sua mãe Stephanie que, no final do século XIX, na França, fundaram esta Obra, lembrando a toda a Igreja  o insubstituível papel reservado ao clero local nas missões e promovendo o seu sustento espiritual e material.
A Obra, nascida como iniciativa  inspirada pelo Espírito Santo, logo se propagou com o apoio da Santa Sé, que lhe deu o caráter de Obra Pontifícia (3 de maio de 1922), para lhe garantir uma maior eficácia e um caráter universal.

Em que sentido a Obra é "Pontifícia”?
É Pontifícia porque é uma Instituição a serviço do Papa e do Colégio dos Bispos. Em virtude do seu ministério de Pastor Supremo da Igreja e em comunhão com todos os Bispos do mundo, o Santo Padre tem, como ninguém, uma visão global das necessidades de cada uma das Igrejas locais.
Cabe ao Santo Padre chamar os outros Pastores à sua responsabilidade missionária universal e convidá-los para que participem na tarefa comum da evangelização do mundo. O Papa exerce a sua autoridade sobre as Pontifícias Obras Missionárias através da Sagrada Congregação para a Evangelização dos Povos.

Que ajuda concreta oferece  a Obra de São Pedro Apóstolo?
As ajudas desta Obra são dadas sob forma de subsídios ordinários e de subsídios extraordinários.
São ordinários os subsídios finalizados ao normal funcionamento dos seminários e concedidos todos os anos em base ao número de seminaristas.
Os subsídios extraordinários são dados para a construção de novos seminários, eventuais reestruturações, ampliações ou outras necessidades especiais do seminário.

Obra de S. Pedro Apóstolo e as outras...

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25 outubro 2016

Dia 26 - Preces Diárias



Pelos catequistas e por todos os formadores da vida cristã para que desempenhem a sua missão com zelo, para que cresça e amadureça a fé nos corações dos seus formandos.

Dia 25 - Preces Diárias



Pelos leigos, parceiros da mesma missão, para que colaborem da melhor maneira possível para o crescimento do Reino de Deus no mundo, vivendo e testemunhando a sua fé no lugar onde se encontram.