17 agosto 2007

Papel e colaboração dos educadores na Infância Missionária

Qual o papel dos educadores no desenvolvimento desta aventura espiritual?

Sendo uma Obra de crianças para crianças, necessita, porém, da colaboração dos educadores: pais, sacerdotes, religiosos(as), professores, catequistas, encarregados de grupos e movimentos, amigos das missões e de todos os que, de algum modo, são responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento da dimensão missionária de fé das crianças e adolescentes.

É imprescindível que haja, entretanto, o testemunho de vida cristã, bem como amor às missões.

Como colaborar no incremento da Infância Missionária?

Antes de mais, conhecer e dar a conhecer os benefícios e potencialidades desta Obra de crianças para crianças, sobretudo na catequese da paróquia, escolas e colégios católicos. Sugiro, como primeiro passo, um contacto com a sede das OBRAS MISSIONÁRIAS PONTIFÍCIAS. Tudo faremos para dar as devidas e necessárias explicações e, por outro lado, fornecer o material missionário adequado às crianças.

14 agosto 2007

Quais são os objectivos da Infância Missionária?


Quais os seus objectivos? Muito sucintamente, apresentamos alguns:

a) Formar as crianças e adolescentes para a abertura universal, a fim de olharem mais além das fronteiras; formá-las para o serviço e doação de si e convidá--las a considerar sua possível vocação missionária;

b) Levá-las a rezar pelas missões e por todas as crianças de perto e de longe, unindo-se às intenções do Papa;

c) Incentivá-las a oferecerem pequenos sacrifícios, através de pequenas renúncias, como meio de partilhar da acção salvadora de Jesus;

d) Ajudá-las a partilhar os bens materiais, em espírito de solidariedade cristã.


11 agosto 2007

Acerca da Infância Missionária

Em Portugal, noutros países da Europa e não só, celebra-se a festa anual da Infância Missionária na solenidade da Epifania do Senhor.

A busca de maior implantação desta Obra e o seu desconhecimento por parte de muitos, inclusive paróquias e colégios católicos..., leva-nos a este breve apontamento sobre a sua natureza, objectivos e urgência da colaboração dos educadores.

Tendo como lema “crianças ajudam crianças”, o que é a Obra da Infância Missionária? ”Esta Obra é um serviço às Igrejas Particulares, que se propõe ajudar os educadores a despertarem progressivamente nas crianças uma consciência Missionária universal e levá-las a partilhar a fé e os meios materiais com as crianças de regiões e Igrejas mais pobres”. (Estatutos 1980, III, 17).


09 agosto 2007

Qual é o espírito das OMP?


As Obras Missionárias Pontifícias, no seu ser e agir, buscam a comunhão missionária. Promovem incansavelmente o intercâmbio mútuo dos dons que o Senhor, por seu Espírito, derramou nas Igrejas particulares e na Igreja universal; suscitam um espírito de solidariedade entre todas as Igrejas em vista à evangelização universal e permanecem em comunhão com o Papa que, em nome de Cristo, preside a comunhão universal da caridade.

08 agosto 2007

Quais são os objectivos das OMP?


Infundir nos católicos, desde a infância, o sentido verdadeiramente universal e missionário, despertando a responsabilidade para o compromisso na evangelização em todo o mundo.

Cooperar com a oração, sacrifícios e testemunho de vida cristã em favor das missões.

Estimular a colecta eficaz para ajudar todas as missões, segundo a necessidade de cada uma, recuperando o espírito de solidariedade e partilha fraternas das primeiras comunidades cristãs.

Suscitar vocações ad gentes e por toda a vida, tanto nas Igrejas de antiga fundação como nas jovens. O testemunho firme da fé manifesta-se no compromisso, na promoção e apoio das vocações missionárias.

Organizar missionariamente as comunidades eclesiais em todos os níveis.

07 agosto 2007

O que são as Obras Missionárias Pontifícias?

A Igreja, desde o início, dedicou-se intensamente no atendimento do mandato missionário de Jesus. Nem sempre, contudo, o realizou da mesma forma, tanto no que se refere à organização como aos métodos.

A partir do dia de Pentecostes, os Apóstolos pregaram o Evangelho. Elegeram, em seguida, colaboradores que, pela imposição das mãos, tomaram parte directa e oficial no anúncio da Boa Nova. Os bispos, sucessores dos Apóstolos, com seus colaboradores continuaram a evangelização.

A partir do Edito de Milão (313) do Imperador Constantino e até o século XII a evangelização realiza-se sem maior organização, pois cada bispo - e cada monge - empreende por conta própria viagens apostólicas com a finalidade de pregar o Evangelho entre os pagãos.

No séc. XIII, o Papa toma a direcção e coordena o movimento missionário. É ele quem chama as diversas ordens religiosas confiando-lhes os territórios de missão e o envio de missionários.

Na época das grandes descobertas, a evangelização é entregue aos Reis de Portugal e Espanha (Padroado). E com isto surgiram novas dificuldades: a excessiva ingerência dos Estados e a ausência de uma coordenação nos métodos e nas actividades.

Sente-se a urgência de um organismo que, em comunhão com o Papa, assumisse a direcção do movimento missionário. Na Epifania de 1622, Gregório XV funda a Sagrada Congregação para a Propagação da Fé (hoje Congregação para a Evangelização dos Povos). Inaugura-se uma nova etapa distinta da colonização e do Padroado.

O séc. XIX, após um declínio das missões, caracteriza-se por um despertar missionário e um florescimento de associações missionárias (de 1822 a 1916 registram-se 270). Esta realidade produziu também problemas: certa confusão entre os fiéis e uma desigualdade nas ajudas missionárias.

Entre essas Obras destacam-se por sua universalidade, organização e objectivos, a Obra de Propagação da Fé, Infância Missionária, São Pedro Apóstolo e mais tarde a União Missionária. O Papa Bento XV, na Encíclica "Maximum illud" (1919), as julga como instrumentos providenciais e as recomenda a todos os bispos.

Pio XI, em 1922, eleva as três primeiras à categoria de Pontifícias. A União Missionária recebeu este título do Papa Pio XII, em 1956. São instituições oficiais do Papa e, consequentemente, de toda a Igreja, para a animação e cooperação missionárias de todo o povo de Deus.

O Concílio Vaticano II, no Decreto "Ad Gentes", consagrou solenemente estas Obras como instrumento principal do Colégio Episcopal - do Papa e dos bispos - para a cooperação na actividade missionária universal da Igreja (AG 38).

As Obras Missionárias Pontifícias são o organismo oficial da Igreja universal e de cada Igreja particular para a animação e cooperação missionária universal.

As Obras Missionárias Pontifícias são uma instituição da Igreja universal e de cada Igreja particular. Elas exprimem a solicitude do Papa e dos pastores por toda a Igreja. Geram, nos católicos, desde a infância, o espírito de fraternidade universal e missionário, sem o qual não haverá verdadeira cooperação. Atendem e socorrem as mais diversas necessidades de ajuda material e espiritual de todos os povos. Promovem uma eficaz colecta para o bem de todas as missões atendendo às necessidades de cada uma.

As Obras Missionárias Pontifícias mantém vivo e circulante, nas comunidades eclesiais, o espírito de solidariedade e de universalismo missionário.

O Papa Paulo VI, na Mensagem para o Dia Mundial das Missões de 1963, disse: "As Obras Missionárias Pontifícias são a expressão directa e mais completa da solicitude do Supremo Pastor do rebanho de Deus por todas as Igrejas. Elas, em nosso nome, provêem, segundo um plano universal e com uma visão global, as mais diversas necessidades de ajuda material e espiritual que deve ser destinada a todas as nações".

As Obras Missionárias Pontifícias surgiram e se desenvolveram como organizações diferentes e autónomas. Hoje, elas constituem uma única instituição, embora sendo quatro Obras distintas.

"No exercício da sua actividade, estas Obras dependem, em nível universal, da Congregação para a Evangelização dos Povos, e, em nível local, das Conferências Episcopais e do Bispo de cada diocese" (RMi 84).

06 agosto 2007

Intenção Missionária para Agosto


“A fim de que a Igreja na China dê testemunho de uma coesão interna cada vez maior e possa manifestar a comunhão concreta e visível com o Sucessor de Pedro”

Contamos com a vossa oração



Este espaço está agora em formação.
Tal como este espaço na net está a ser criado,
também está agora a ser constituída a equipa
que vai tentar dinamizar as actividades do secretariado nos próximos tempos.
Por isso, e desde já contamos com a oração de todos.
Em breve, esperamos, haverá novidades.


Nova equipa de MISSÃO

D. Manuel da Rocha Felício, bispo da Guarda, nomeou o Pe Ângelo Miguel Nabais Martins como novo Director do Secretariado Diocesano das Missões, agradecendo ao Rev.do Pe António Maria Nunes Branco Prado todo o serviço até agora prestado.
Em colaboração directa fica também o Pe Marco Paulo Alves Ramos para a Obra da Santa Infância, ficando encarregado de garantir a relação com o Departamento da Infância e Adolescência do Secretariado Diocesano da Educação Cristã.