25 setembro 2008

INTENÇÃO MISSIONÁRIA DE OUTUBRO 2008

Para que neste mês dedicado às Missões, por meio da atividade de animação das Pontifícias Obras Missionárias e dos outros organismos, toda comunidade cristã sinta a necessidade de participar da Missão universal da Igreja com a oração, o sacrifício e o auxílio concreto.

09 setembro 2008

CANTÁKI


O Cd CANTÁKI, promovido pela Fundação Evangelização e Culturas já está nas "bancas". O Guard'África também está presente neste trabalho (música 4 - Eu sou Teu) que reúne um conjunto de músicas com tema e pensamento missionários. Na nossa Diocese já está disponível, a partir de hoje, na Casa Véritas (na Guarda) e pode ser adquirido também junto do Secretariado Diocesano das Missões através do email: sdmissoesguarda@gmail.com ou então do telefone 96 619 11 51. Pelo preço simbólico de nove euros (9.00€) todos podem ouvir, meditar e ajudar.

07 setembro 2008

Congresso Missionário Nacional 2008

De 3 a 7 de Setembro em Fátima decorreu o Congresso Missionário Nacional 2008. Da Diocese da Guarda esteve presente um número simpático de participantes e também o nosso bispo D. Manuel da Rocha Felício marcou presença nos dois primeiros dias do Congresso. Para já deixamos aqui as conclusões que foram apresentadas esta manhã. Brevemente o SDM vai apresentar um resumo com radiografia Diocesana e perspectivas de futuro para a Diocese da Guarda.


Linhas de força do Congresso
para assumir missão nas paróquias, diocese e a nível nacional

Convocados pelo Espírito, por meio dos pastores da Igreja em Portugal, reuniram-se em Fátima, de 3 a 7 de Setembro, oito centenas de participantes portugueses e representantes de diversos países. O dia 6 foi enriquecido com a presença e a juventude do voluntariado missionário.

Dez anos após o Ano Missionário de 1998, o Congresso celebrou, reflectiu e apontou caminhos de futuro para a Missão, a partir do tema: No encontro com Cristo vivo, chamados e enviados para a Missão em Portugal e no mundo e o lema: Portugal, rasga horizontes, vive a Missão.

Linhas de força

Deus, Trindade de Amor, envia a humanidade toda a fazer do outro um irmão. A Missão é de Deus e, por isso, o baptizado, consciente deste envio ao tomar parte na vida de Cristo, é impelido a ser contemplativo e servo da sua Palavra.

A Missão é tarefa indelegável de cada cristão. Esta concretiza-se no espaço e no tempo da história humana, conhecendo e amando aqueles a quem se é enviado. A vivência comunitária da fé em família, paróquia, diocese ou comunidades de vida consagrada é o testemunho mais credível do anúncio de Deus-Amor.

A Santidade (sair de si por amor) e a Missão (ser enviado por Deus ao diferente) são o húmus vital de todo o cristão e de todas as actividades pastorais.

Com o Concílio Vaticano II (1965), assistimos a uma nova compreensão da Missão. Cada um de nós é, simultaneamente, enviado e destinatário da evangelização. O Espírito é o protagonista da Missão e a Igreja Local o seu sujeito de encarnação e vivência. Nela e a partir dela, surgem e actuam todas as vocações missionárias laicais, consagradas e sacerdotais. O despertar do laicado para a Missão é hoje um dos sinais dos tempos.

Em pleno Ano Paulino, o Apóstolo dos gentios, com o seu itinerário de conversão e missão, é para nós modelo a conhecer melhor e a seguir no zelo e na urgência de evangelizar.

Para além de momento privilegiado de reflexão e partilha, o Congresso foi também uma experiência de comunhão na dor com os nossos irmãos perseguidos na Índia e em outras situações de falta de liberdade religiosa.

Propostas

Sentimos o coração a arder e desejamos que toda esta riqueza possa contribuir para a Igreja em Portugal viver mais em Missão. Por isso, como Congressistas, propomos que:

1.A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) promova uma melhor coordenação e integração das diversas áreas pastorais para todas serem fecundadas pelo dinamismo missionário e anseio de santidade.

2.A CEP, partindo do Congresso Missionário e do Ano Paulino, avive a vocação missionária de todos os cristãos e prepare um documento-base para a Missão em Portugal.

3.Cada Igreja Local incentive a criação de estruturas e dinâmicas que demonstrem a consciência e urgência do anúncio do Evangelho: Secretariado Diocesano Missionário, grupos missionários paroquiais, semanas de animação missionária, geminações, voluntariado, sacerdotes "fidei Donum", institutos de vida consagrada...

4.Cada diocese promova, oportunamente, um Congresso Missionário Diocesano.

5.Promova-se formação missionária às crianças, jovens, adultos, seminaristas, consagrados e sacerdotes, de acordo com o novo paradigma de Missão.

6.Fomente-se, com espírito de solidariedade e subsidiariedade, a comunhão e a partilha de fé, de pessoas - numa dinâmica de partir e receber - e de bens entre as diversas Igrejas.

7.Ajude-se cada cristão a crescer até à estatura de Cristo: Sacerdote que celebra a liturgia e oferece a sua vida pela salvação de todos; Profeta que proclama a Palavra de Deus e denuncia as injustiças e contravalores da sua sociedade e cultura; e Rei que serve com caridade os mais desprotegidos e excluídos.

Num mundo global e em mudança, à procura de sucesso mas infeliz, queremos viver em Missão e anunciar Cristo Vivo ao mundo, sendo profetas da esperança e rasgando novos horizontes.

Fátima, 7 de Setembro de 2008

Os participantes no congresso missionário nacional

25 agosto 2008

INTENÇÃO MISSIONÁRIA DE SETEMBRO 2008

Para que toda família cristã, fiel ao sacramento do matrimónio, cultive os valores do amor e da comunhão, de modo que seja uma pequena comunidade evangelizadora, aberta e sensível às necessidades materiais e espirituais dos irmãos.

06 agosto 2008

INTENÇÃO MISSIONÁRIA DE AGOSTO 2008

Para que seja promovida e alimentada a resposta de todo o Povo de Deus à comum vocação à santidade e à Missão, com atento discernimento dos carismas e constante empenho de formação espiritual e cultural.


05 agosto 2008

Vaticano pede «urgência missionária» aos sacerdotes

O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes, enviou uma mensagem aos sacerdotes de todo o mundo, afirmando que perante a “urgência missionária” actual, eles devem pregar a mensagem de Cristo também nos ambientes em que a fé está teoricamente enraizada há mais tempo.

O Cardeal brasileiro escreve por ocasião da festa de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, que se celebra neste dia 4 de Agosto.

“A Igreja hoje sabe que há uma urgência missionária, não apenas ad gentes, mas também nas regiões e ambientes em que há séculos a fé cristã foi pregada, implantada e as comunidades eclesiais estabelecidas”, destaca o texto.

“Trata-se de uma missão ou evangelização missionária dentro do próprio rebanho, que tem por destinatários aqueles que nós baptizamos mas, por diversas circunstâncias, não conseguimos evangelizar suficientemente ou perderam o primeiro fervor e se afastaram”, acrescenta.

O membro da Cúria Romana sublinha que “a cultura pós-moderna da sociedade actual, uma cultura relativista, secularizada, agnóstica e laicista”, exerce “uma forte acção erosiva sobre a fé religiosa de muitos”.


17 julho 2008

Formação no Arciprestado da Covilhã



No passado dia 30 de Junho o SDM esteve no Arciprestado da Covilhã para divulgar os Objectivos do Milénio e para preparar o Congresso Missionário Nacional. Do serão que passámos com cerca de cinco dezenas de pessoas muitos foram os desafios que nasceram para dinamizar as Missões na Diocese, mas em concreto nas paróquias. Brevemente daremos mais notícias.

INTENÇÃO MISSIONÁRIA DE JULHO 2008


Para que o Dia Mundial da Juventude que se realiza em Sidney, na Austrália, acenda nos jovens o fogo do amor divino e os torne semeadores de esperança para uma nova humanidade.

Ser Missionário...

O anúncio do Evangelho é uma missão que está enraízada na nossa vida de cristãos. Este anúncio é feito através da leitura, escuta e meditação da Palavra de Deus, mas também através do testemunho de cada um. Para sermos testemunhas de Cristo somo-lo em qualquer parte do mundo, mas é importante estar de ouvidos bem abertos para ouvir e sentir o chamamento do Espírito Santo.

O Concílio Ecuménico Vaticano II apresenta uma “nova primavera” no que se refere à especificidade da missão Ad Gentes: «A Igreja, enviada por Deus a todas as gentes para ser “sacramento universal de salvação”, por íntima exigência da própria catolicidade, obedecendo a um mandato do seu fundador, procura incansávelmente anunciar o Evangelho a todos os homens» (AG n.1). Este apelo inicial deste decreto, abre os horizontes para compreendermos que: primeiro, a Igreja é universal e não importa o lugar onde estamos, o que interessa de facto é que sejamos anunciadores e testemunhas de Cristo; segundo, o anúncio é para todos os homens de todas as condições, raças e culturas, devendo cada um rasgar o seu horizonte e não ficar encerrado dentro de si mesmo e somente no seu contexto de vida particular.

Cada um pode também questionar-se: o que é que eu posso ainda fazer com as forças tenho para ser missionário? Ser missionário não implica simplesmente sair de um país para outro. Ser missionário é: viver Cristo, ser sua testemunha e estar de alma aberta para o que o espírito possa pedir em cada dia. Se ser missionário passa por estas três “fases” então todos o podemos ser e não nos devemos acanhar dentro do nosso meio onde sempre vivemos. É urgente continuar a deixar falar o Espírito na vida do dia-a-dia.

Por vezes o “estar acomodado” acaba por matar o ser anunciador e testemunha de Cristo. Até ao dia em que o Pai nos chamar à Sua presença temos a missão de partilhar Jesus com o mundo.

O centro e o ponto de partida da missão Ad Gentes é Cristo. Tudo pode mudar no mundo, mas Cristo permanece sempre. Tradições podem ser modificadas e formas de viver a fé podem ser adaptadas, Cristo permanece!

Ser missionário é ser testemunha constante de Jesus Cristo e todos nós somos missionários desde o dia do nosso baptismo. Recebemos do Pai, do Filho e do Espírito Santo a missão de sermos «suas testemunhas até ao fim dos tempos». Como é que continuamos a dar ao mundo, o testemunho de Cristo?

A Salvação de Deus é para todos os povos. Podemos recordar uma passagem da Epístola de S. Paulo aos Efésios:

«Com certeza ouvistes falar da graça de Deus que me foi dada para vosso benefício, a fim de realizar o seu plano: que por revelação me foi dado a conhecer o mistério (...)Lendo-o, podeis fazer uma ideia da compreensão que tenho do mistério de Cristo, que, não foi dado a conhecer aos

filhos dos homens, em gerações passadas, como agora foi revelado aos seus santos Apóstolos e Profetas, no Espírito: os gentios são admitidos à mesma herança, membros do mesmo Corpo e participantes da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.» (Ef 3, 2-6)

Jesus mostra-nos como devemos ser atentos, solidários, carinhosos e amigos de todos, de toda a humanidade. A salvação é para todos, não simplesmente para os judeus que se converterem, mas para que todos também se possam converter. Por isso S. Paulo insiste na importância de dar testemunho. Se o nosso testemunho de cristãos for transparente nos nossos actos, outros virão ao nosso encontro e até nos pedirão para falar da razão de ser da nossa vida. Jesus reina através do nosso testemunho. Como permanecemos com o nosso testemunho vivo?

É preciso que todos nos saibamos adaptar às circunstância que cada momento da história nos vai exigindo. Cada dia nos são dados sinais, aos quais devemos estar atentos. Ser missionário é: estar com o outro. Ser missionário é ser o “prolongamento da boca, dos braços e dos pés de Cristo. É no trabalho diário com pessoas de todas as estirpes sociais, de todos os credos e confissões religiosas, crentes e não crentes, doentes e velhos, jovens e crianças que podemos encontrar Jesus. Como mostramos a presença viva de Jesus através na nossa vida?

Nesta nossa missão de ser anunciadores e testemunhas há algo fundamental a ter sempre em conta: o respeito por todos os que se cruzam connosco, sejam eles cristãos ou tenham outra crença ou sensibilidade. (cf Rmi 11)

João Paulo II ao longo da Encíclica Redemptoris Missio deixava transparecer a sua preocupação da necessidade de haver simplicidade em anunciar Jesus. Onde quer que estejamos deve haver a preocupação por conhecer quem está à nossa volta e viver com todos eles. Ser missionário Ad Gentes exige que façamos uma inculturação com outros povos. Não é difícil, a nível pessoal posso testemunhar que é uma riqueza para a vida. Mas nós aqui mesmo, nos nossos meios, também nos temos de adaptar a pequenas culturas locais. Mais uma vez devemos deixar queo Espírito Trabalhe em nós, mas para isso também temos de estar abertos às novidades.

“É preciso que Jesus reine”. Eis uma divisa que vai muito mais além da nossa diocese. É um ideal de vida que se transparece através do testemunho pessoal de vida e que pode e deve ser transmitido e dado a conhecer ao mundo. Não é nenhuma novidade, é certo. Mas é uma forma de fazer com que Cristo seja apresentado para alguém que o desconhece ou que precisa de O ver nos actos e gestos concretos do dia-a-dia. Ir em missão para outro lugar fazêmo-lo no nosso lugar, mas também o podemos fazer indo para outros lugares. Ouçamos a Voz do Espírito e continuemos a pedir a D. João de Oliveira Matos que interceda junto do Pai para que nos ajude a compreender quais os trilhos que precisam de ser calcados. Ser missinário cá e lá, não é um sonho ou um ideal, é uma realidade. Sem medos confiemo-nos a Deus deizendo-lhe simplesmente: Aqui estou para Ti.

Molda-me a vida.
Recria em mim as Tuas Palavras.
Eu sou teu, Senhor.
Eu sou teu, Senhor.

Pe Ângelo Martins in "luz e vida"

26 junho 2008

Missão na Covilhã

O arciprestado da

COVILHÃ

foi o único que até ao momento respondeu ao apelo do SDM.

Assim, na próxima

Segunda-feira, dia 30 de Junho,

a partir das

21h30m no Centro Cultural e Social

estaremos na Covilhã num serão missionário

onde se falará, jogará e reflectirá.

Carta enviada ao Clero da Diocese da Guarda


Com data de 09 de Junho, foi enviada a todos os párocos da Diocese uma carta que dava a conhecer o Congresso Missionário Nacional a realizar em Fátima no mês de Setembro, bem como a disponibilidade de distribuir alguns materiais pelas paróquias e de nos deslocarmos até junto de uma comunidade (ou conjunto de comunidades) para dar a conhecer o CMN2008 e também para orientar uma acção de formação: Desafio dos Oito (apresentação e estudo real dos Oito Objectivos do Milénio).
no mesmo dia também foi enviada uma carta a todos os arciprestes para que fosse comunicado na reunião mensal do Arciprestado a intenção de divulgar o CMN 2008.

05 junho 2008

INTENÇÃO MISSIONÁRIA DE JUNHO 2008


Para que o Congresso Eucarístico Internacional no Québec (Canadá), ajude a compreender sempre mais que a Eucaristia é o coração da Igreja e a fonte da evangelização.


10 maio 2008

PENTECOSTES


«Sem o Espírito Santo, Deus fica longe; Cristo permanece no passado; o Evangelho é letra morta; a Igreja é uma simples organização; a autoridade é um poder; a missão é propaganda; o culto, uma velharia; e o agir moral, um agir de escravos.
Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino; Cristo ressuscitado torna-Se presente; o Evangelho faz-se poder e vida; a Igreja realiza a comunhão trinitária; a autoridade transforma-se em serviço; a liturgia é memorial e antecipação; o agir humano é deificado».

Atenágoras