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18 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

18. “Em qualquer momento e circunstância, portanto, recorrei a Jesus.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 293.

17 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

17. “Não enganeis Jesus; acreditai na Sua palavra, Ele promete que nunca vos abandonará, contanto que O ameis e coloqueis n’Ele toda a vossa confiança.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 293.

15 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

15. “Maria é poderosa porque é a Mãe de Deus. As mães tudo podem sobre o coração dos filhos. Se Maria implorar, chorar por nós, o Seu Filho fará o que ela deseja.”

Meditazioni alle religiose 1902-1934 e 1943-1949, parte. 1, in: Scritti, vol. 66, p. 183.

14 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

14. “Maria é poderosa porque foi constituída rainha dos anjos e dos santos: todo o céu se inclina perante ela, os anjos e os santos estão à sua disposição. Maria é poderosa porque é invencível contra os demónios: com o seu pé esmagou a cabeça da antiga serpente.”

Meditazioni alle religiose 1902-1934 e 1943-1949, parte. 1, in: Scritti, vol. 66, p. 183.

13 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 


13. “Vós sois, portanto, os amigos de Jesus, os Seus associados na grande obra da salvação do mundo!”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 290.

12 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

12. “Jesus merece, portanto, a nossa fé e a nossa confiança e, se há alguma felicidade para nós, missionários nesta terra, é a de nos podermos abandonar nos Seus braços, no seu Santíssimo Coração, seguros de que aí encontraremos sempre um bom acolhimento, que seremos sempre verdadeiramente ajudados, confortados e consolados.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, pp. 287-288.

09 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

9. “Não temais, pois; o mundo e o diabo não vos farão mal algum, se permanecerdes unidos, em oração, Àquele que alcançou a vitória completa sobre o diabo e o mundo.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 261.

08 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

8. “Não, não partis sós; tendes convosco o poder infalível e invencível de Deus, que vos prometeu a Sua assistência.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 259.

07 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 


7. “Tende sempre a brilhar no vosso espírito este primeiro pensamento: a obra a que dedico a minha vida é a obra de Deus. Não sou, por isso, um arquitecto de construções humanas, passageiras e transitórias; sou um cooperador de Deus e trabalho para a eternidade.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 258.

06 agosto 2025

Pensamentos dia-a-dia

 


“Sim, a vossa missão será um êxito se a viverdes como obra de Deus, se a viverdes imitando Jesus Cristo, e isso acontecerá se, através da oração, mantiverdes acesa em vós a chama de uma grande fé.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 257.

05 agosto 2025

Pensamentos dia-a-dia


 

“É necessário que o apóstolo veja o mundo como Jesus o vê, que ame as almas como Ele as ama, que seja um só pensamento e um só amor com Ele.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 255.

 

04 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

“O verdadeiro missionário nunca está verdadeiramente desanimado, nunca é pessimista.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 250.

03 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia


 

“O verdadeiro apóstolo é um homem sem medo; mas, repito, é preciso fé! Se tens Jesus contigo, se vives por Ele, que mal te pode acontecer?”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 249.

02 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

“A fé, meus queridos, é necessária. Aquele que vos envia é omnipotente, e se fordes fiéis, Ele não vos abandonará na hora da provação.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 248.


01 agosto 2025

Pensamento dia-a-dia

 

1.      “A fé, meus queridos amigos, é um escudo, a fé é uma espada, mas nem o escudo nem a espada vos defenderão, se não vos cobrirdes com o escudo e se não usardes a espada.”

Chiamati alla santità, Nápoles 1977, p. 230.

06 outubro 2019

Dia 6 - Mês Missionário Extraordinário


Lc 17,5-10 
Fé, perdão e serviço 

Falando aos discípulos, Jesus tinha dito que é preciso perdoar sempre, mesmo sete vezes ao dia. São os Apóstolos que reagem: viver sempre o perdão, já é uma luta bem difícil, mas anunciá-lo de maneira convincente, como é missão dos apóstolos (Lc 24,47) tem ar de missão impossível. Será preciso uma fé imensa! Eles pedem: aumenta a nossa fé! Jesus diz: basta um pouquinho! Mas que seja fé: viver da presença de Jesus que a cada momento nos dá o seu Espírito que nos ilumina e dá força. Então não haverá pecado que não se possa perdoar, nem mal que não se possa arrancar, mesmo que seja velho e enraizado como um sicômoro. O perdão vivido e anunciado é o coração da missão que Jesus confia aos seus apóstolos. (Jo 20,22-23) É essa mesma fé que nos faz encontrar a alegria no serviço. Quem deixa de servir torna-se inútil. Saber que vivemos para servir o ‘Senhor da casa’ (Deus!) é a melhor recompensa que podemos desejar. 

Senhor, aumenta em nós a fé, para que na renovação do chamamento à missão, demos testemunho do teu amor sem medida por cada pessoa que se cruza connosco, no caminho da vida. 

02 outubro 2019

Dia 2 - Mês Missionário Extraordinário

Dia Internacional da não-violência 
Santos Anjos da Guarda 

Protege-nos, Senhor, com o Anjo da Guarda. Protegei, em particular, os  que sofrem de violência, de modo que cada pessoa sinta a alegria de ser imagem do Pai.

24 abril 2018

São Fiel de Sigmaringa - Protomártir da Propagação da Fé



São Fidélis nasceu em 1577, em Sigmaringa, na Alemanha. Estudou na Universidade de Fribourg, na Suíça. Formou-se em Direito e por vários anos exerceu o seu ofício em Colmar, na Alsácia. Ali era chamado de "o advogado dos pobres", porque prestava os seus serviços gratuitamente a quem não podia pagar. Aos 34 anos, ingressou no convento dos Capuchinhos de Fribourg e em 1612 tornou-se frade. A pedido de Gregório XV, foi enviado à Récia (Suíça), a fim de combater a heresia calvinista. Acusado de espionagem ao serviço do imperador austríaco, os calvinistas tramaram a sua morte, que ocorreu em Grusch. Dizem que, ferido por um golpe de espada, pôs-se de joelhos e perdoou aos seus assassinos, rezando por eles esta oração: "Senhor, perdoai meus inimigos. Cegos pela paixão, não sabem o que fazem. Senhor Jesus, tende piedade de mim. Santa Maria, Mãe de Jesus, assisti-me. Amem".
Considerado como mártir do catolicismo e figura venerada entre os opositores ao calvinismo.
Foi canonizado pelo Papa Bento XIV em 29 de Junho de 1746. É o protomártir da Sagrada Congregação da Propaganda da Fé.

21 abril 2018

Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações 2018 - Papa Francisco - 22.04.2018


Queridos irmãos e irmãs!


No próximo mês de outubro, vai realizar-se a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que será dedicada aos jovens, particularmente à relação entre jovens, fé e vocação. Nessa ocasião, teremos oportunidade de aprofundar como, no centro da nossa vida, está a chamada à alegria que Deus nos dirige, constituindo isso mesmo «o projeto de Deus para os homens e mulheres de todos os tempos» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, Introdução).
Trata-se duma boa notícia, cujo anúncio volta a ressoar com vigor no 55.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações: não estamos submersos no acaso, nem à mercê duma série de eventos caóticos; pelo contrário, a nossa vida e a nossa presença no mundo são fruto duma vocação divina.
Também nestes nossos agitados tempos, o mistério da Encarnação lembra-nos que Deus não cessa jamais de vir ao nosso encontro: é Deus connosco, acompanha-nos ao longo das estradas por vezes poeirentas da nossa vida e, sabendo da nossa pungente nostalgia de amor e felicidade, chama-nos à alegria. Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, trata-se de escutar, discernir e viver esta Palavra que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo que nos permite pôr a render os nossos talentos, faz de nós também instrumentos de salvação no mundo e orienta-nos para a plenitude da felicidade.
Estes três aspetos – escuta, discernimento e vida – servem de moldura também ao início da missão de Jesus: passados os quarenta dias de oração e luta no deserto, visita a sua sinagoga de Nazaré e, aqui, põe-Se à escuta da Palavra, discerne o conteúdo da missão que o Pai Lhe confia e anuncia que veio realizá-la «hoje» (cf. Lc 4, 16-21).

Escutar
A chamada do Senhor – fique claro desde já – não possui a evidência própria de uma das muitas coisas que podemos ouvir, ver ou tocar na nossa experiência diária. Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem Se impor à nossa liberdade. Assim pode acontecer que a sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.
Por isso, é preciso preparar-se para uma escuta profunda da sua Palavra e da vida, prestar atenção aos próprios detalhes do nosso dia-a-dia, aprender a ler os acontecimentos com os olhos da fé e manter-se aberto às surpresas do Espírito.
Não poderemos descobrir a chamada especial e pessoal que Deus pensou para nós, se ficarmos fechados em nós mesmos, nos nossos hábitos e na apatia de quem desperdiça a sua vida no círculo restrito do próprio eu, perdendo a oportunidade de sonhar em grande e tornar-se protagonista daquela história única e original que Deus quer escrever connosco.
Também Jesus foi chamado e enviado; por isso, precisou de Se recolher no silêncio, escutou e leu a Palavra na Sinagoga e, com a luz e a força do Espírito Santo, desvendou em plenitude o seu significado relativamente à sua própria pessoa e à história do povo de Israel.
Hoje este comportamento vai-se tornando cada vez mais difícil, imersos como estamos numa sociedade rumorosa, na abundância frenética de estímulos e informações que enchem a nossa jornada. À barafunda exterior, que às vezes domina as nossas cidades e bairros, corresponde frequentemente uma dispersão e confusão interior, que não nos permite parar, provar o gosto da contemplação, refletir com serenidade sobre os acontecimentos da nossa vida e realizar um profícuo discernimento, confiados no desígnio amoroso de Deus a nosso respeito.
Mas, como sabemos, o Reino de Deus vem sem fazer rumor nem chamar a atenção (cf. Lc 17, 21), e só é possível individuar os seus germes quando sabemos, como o profeta Elias, entrar nas profundezas do nosso espírito, deixando que este se abra ao sopro impercetível da brisa divina (cf. 1 Re 19, 11-13).
Discernir
Na sinagoga de Nazaré, ao ler a passagem do profeta Isaías, Jesus discerne o conteúdo da missão para a qual foi enviado e apresenta-o aos que esperavam o Messias: «O Espírito do Senhor está sobre Mim; porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar o ano favorável da parte do Senhor» (Lc 4, 18-19).
De igual modo, cada um de nós só pode descobrir a sua própria vocação através do discernimento espiritual, um «processo pelo qual a pessoa, em diálogo com o Senhor e na escuta da voz do Espírito, chega a fazer as opções fundamentais, a começar pela do seu estado da vida» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, II. 2).
Em particular, descobrimos que a vocação cristã tem sempre uma dimensão profética. Como nos atesta a Escritura, os profetas são enviados ao povo, em situações de grande precariedade material e de crise espiritual e moral, para lhe comunicar em nome de Deus palavras de conversão, esperança e consolação. Como um vento que levanta o pó, o profeta perturba a falsa tranquilidade da consciência que esqueceu a Palavra do Senhor, discerne os acontecimentos à luz da promessa de Deus e ajuda o povo a vislumbrar, nas trevas da história, os sinais duma aurora.
Também hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, de superar as tentações da ideologia e do fatalismo e de descobrir, no relacionamento com o Senhor, os lugares, instrumentos e situações através dos quais Ele nos chama. Todo o cristão deveria poder desenvolver a capacidade de «ler por dentro» a vida e individuar onde e para quê o está a chamar o Senhor a fim de ser continuador da sua missão.

Viver
Por último, Jesus anuncia a novidade da hora presente, que entusiasmará a muitos e endurecerá a outros: cumpriu-se o tempo, sendo Ele o Messias anunciado por Isaías, ungido para libertar os cativos, devolver a vista aos cegos e proclamar o amor misericordioso de Deus a toda a criatura. Precisamente «cumpriu-se hoje – afirma Jesus – esta passagem da Escritura que acabais de ouvir» (Lc 4, 20).
A alegria do Evangelho, que nos abre ao encontro com Deus e os irmãos, não pode esperar pelas nossas lentidões e preguiças; não nos toca, se ficarmos debruçados à janela, com a desculpa de continuar à espera dum tempo favorável; nem se cumpre para nós, se hoje mesmo não abraçarmos o risco duma escolha. A vocação é hoje! A missão cristã é para o momento presente! E cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimónio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – para se tornar testemunha do Senhor, aqui e agora.
Realmente este «hoje» proclamado por Jesus assegura-nos que Deus continua a «descer» para salvar esta nossa humanidade e fazer-nos participantes da sua missão. O Senhor continua ainda a chamar para viver com Ele e segui-Lo numa particular relação de proximidade ao seu serviço direto. E, se fizer intuir que nos chama a consagrar-nos totalmente ao seu Reino, não devemos ter medo. É belo – e uma graça grande – estar inteiramente e para sempre consagrados a Deus e ao serviço dos irmãos!
O Senhor continua hoje a chamar para O seguir. Não temos de esperar que sejamos perfeitos para dar como resposta o nosso generoso «eis-me aqui», nem assustar-nos com as nossas limitações e pecados, mas acolher a voz do Senhor com coração aberto. Escutá-la, discernir a nossa missão pessoal na Igreja e no mundo e, finalmente, vivê-la no «hoje» que Deus nos concede.
Maria Santíssima, a jovem menina de periferia que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre acompanhe no nosso caminho.

Vaticano, 3 de dezembro - I domingo do Advento – de 2017.

21 outubro 2017

Missão - Com Maria, Missão de Paz


1. Neste ano de 2017, a Igreja que peregrina em Portugal não pode ignorar Fátima e aquilo que ela representa de anúncio e profecia. A peregrinação do Papa Francisco confirma isso mesmo: se veio até nós, é sinal que atribui especialíssima importância à mensagem da Cova da Iria.

2. Na bênção das velas, o Santo Padre disse-nos: “A dinâmica de justiça e de ternura, de contemplação e de caminho ao encontro dos outros é que faz d’Ela [de Nossa Senhora] um modelo eclesial para a evangelização”. Importava meditar na beleza destes conceitos. Não havendo possibilidade, fiquem-nos como referência absoluta para toda a obra de missionação.

3. A menção à paz baliza a mensagem de Fátima. Começa com o Anjo que diz aos videntes: “Não tenhais medo. Sou o anjo da paz. Orai comigo…”. Ao longo das aparições, Nossa Senhora recomenda muitas vezes que “rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra”. E, em Outubro, garante: “Continuem a rezar o terço. A guerra vai acabar”.

4. Esta insistência na oração e na paz lembra-nos: a paz tem mais de dádiva divina do que propriamente de conquista humana; relaciona-se com a aceitação de Jesus, pois onde Ele estiver está a paz e onde Ele for excluído, rejeita-se a paz; esta passa pela queda de todos os muros mentais divisórios, como era o caso da Rússia, condição para que as pessoas confiem mais umas nas outras e se sintam irmãs; finalmente, a paz conjuga-se no futuro, já que, na sua plenitude, só se consumará no reino de Deus.

5. Lida na chave que agora nos interessa, esta referência à paz confirma e fortalece a atividade dos missionários. São eles quem, neste mundo dividido e materialista, apelam a que se faça de Deus o centro de gravidade e não qualquer bem perecível; pregam uma «nova ordem mundial» por intermédio da adesão a Jesus Cristo; fermentam uma sociedade mais fraterna e familiar ao darem testemunho do «Pai comum»; abrem a história ao infinito de Deus ao indicarem o seu reino como meta de toda a família humana e critério da sua forma de vida.

6. Por isso, a atividade missionária, enquanto expressão da «justiça e da ternura, da contemplação e do encontro» que vemos na Virgem Maria, edifica a Igreja e faz o que a “Senhora mais brilhante que o sol” pediu em Fátima: reconversão da humanidade a Jesus Cristo e edificação de uma nova forma de viver mais humana, porque mais pacífica.

7. A todos os missionários e a quantos colaboram com eles, os meus parabéns. E que Nossa Senhora seja sempre a sua fortaleza e alegria.

D. Manuel Linda

Presidente da Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização