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25 abril 2008
Atelier e Feira no Dia Diocesano da Juventude
12 abril 2008
Dia Diocesano da Juventude
Hoje é o DIA DIOCESANO DA JUVENTUDE.
PINHEL foi a cidade escolhida este ano para acolher o encontros dos jovens da Diocese.
O SDM também vai estar presente no atelier:
SER + é dar-se ás Missões às 17h00m
e também na Feira em Movimento aberta a partir das 18h00m.
26 março 2008
POR JESUS: SER MAIS E MELHOR
A Páscoa é a celebração cristã da Ressurreição de Jesus. Com a Sua Ressurreição celebramos também a nossa própria libertação das cadeias que nos amarram demasiado às coisas deste mundo. O mundo actual seduz-nos com uma variedade imensa de distrações que nos fazem esquecer por vezes o essencial da vida: VIVER!A Páscoa não é simplesmente mais uma festa que todos celebramos no ano, mas é a verdadeira festa dos cristãos! Jesus veio ao mundo por amor. Pregou por amor,... viveu por amor,... sofreu por amor,... morreu por amor,... Ressuscitou por amor do Pai!
Muitos são os que querem recusar viver a vida, seja por medo, ou seja por “falta de tempo”. O Filho de Deus não se recusou viver a nossa humanidade: não teve medo e disponibilizou-se a tempo inteiro para nós. Qual é o tempo que dedicamos a fazer com que a nossa vida (boca, mãos, pés e todo o corpo) seja sua? Se Ele não teve medo de viver e de morrer, nós também não o devemos ter!
Na Ressurreição de Jesus encontra-se a alegria da vida terrena, mas também da vida eterna. Não passemos em “branco” mais uma Páscoa. Amemos Jesus como Ele amou “ os que estavam no mundo até o fim”. Amemos o próximo como a nós mesmos. Saudemos quem nos vira a cara. Aprendamos a perdoar como Ele perdou e pediu o perdão do cimo da árvore da vida: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.
Somos cristãos verdadeiros e conscientes da nossa fé. Por isso sabemos bem o que fazemos! Façamos da nossa vida um maior e mais fiel sinal de Deus no mundo!
Pe Ângelo Martins
na alegria de Cristo Ressuscitado!
06 março 2008
O Programa para o Congresso Missionário Nacional 2008 (3 a 7 de Setembro, Fátima)
Dia 3 (Quarta-feira)
21.30h Abertura - A Missão e as incertezas do mundo contemporâneo: Cardeal Patriarca – D. José Policarpo
Dia 4 (Quinta-feira)
09.30h Situações Ad Gentes na Igreja em Portugal: D. António Couto – Bispo Auxiliar de Braga
11.00h Painel: Testemunhos da missão na Igreja em Portugal: (Mundo da mobilidade, exclusão social e transmissão da Fé)
13.00h Almoço
15.00h Espaço aberto para debate
17.00h Portugal: o desafio dos valores: Maria José Nogueira Pinto
19.00h Eucaristia
20.00h Jantar
21.30h Cinefórum (Filme a escolher)
Dia 5 (Sexta-feira)
09.30h Os novos caminhos da Missão Ad Gente: José Ornelas Carvalho
11.00h A Missão no coração da Igreja Local: João Duque
13.00h Almoço
15.00h Painel: Experiências missionárias nas Igrejas Locais
(Workshop por Dioceses)
17.00h Debate em Assembleia
19.00h Eucaristia
20.00h Jantar
21.30h A Missão que sonhamos: a partilha de “tesouros” das Igrejas-irmãs: D. Gabriel Mbilingi - Angola
Dia 6 (Sábado)
09.30h Os novos espaços dos Leigos na Missão Ad Gente: António Vaz Pinto
11.00h Painel: Experiências de partilha missionária entre as Igrejas
13.00h Almoço
15.00h Momento Multimédia e Laicado Missionário
(Feira do Voluntariado)
17.00h Linhas de acção para o futuro da Missão em Portugal : D. Manuel Quintas – Presidente Comissão Episcopal Missões
19.00h Eucaristia
20.00h Jantar
21.30h Convívio Missionário
(Momento Musical - Banda a escolher ou outro tipo de animação)
Dia 7 (Domingo)
09.00h Missão Universal e Igreja Local: D. Jorge Ortiga – Arcebispo de Braga
11.00h Eucaristia no Santuário – Cardeal Patriarca – D. José Policarpo
13.00h Almoço
05 março 2008
3.º Formação Nacional promovida pela FEC

A chegada dos voluntários missionários a uma terra estrangeira requer uma atitude de grande abertura no que respeita às práticas culturais aí vividas. O desafio coloca-se em dois níveis: na desconstrução de quadros culturais apreendidos na sociedade de origem e na aculturação/apropriação de novas formas de entendimento cultural, encontradas nos países de acolhimento. No entanto, esta incorporação cultural nunca pode perder de vista o essencial da acção missionária: a prática dos valores do Evangelho!
É ainda essencial perspectivar que em terras de missão os voluntários encontram e trabalham, frequentemente, com comunidades religiosas não cristãs. De forma a despertar os voluntários missionários para estas questões, o Pe. Paulino Mand'kalema, missionário da Congregação dos Sagrados Corações, o Pe. José Antunes, o Pe. José Augusto Leitão, missionários do Verbo Divino e o Sr. José, Presidente da Associação de Moradores da Quinta do Mocho, crente muçulmano, reflectiram, respectivamente, sobre as temáticas da Teologia da Missão (Inculturação e Aculturação) e Diálogo Inter-Religioso.
A sessão contou ainda com os testemunhos da Maria Augusta Estima, da ORBIS, que em 2006 esteve em missão em Angola, durante 1 mês, e Marisa Costa, Jovem Hospitaleira, que esteve em Moçambique durante um ano e regressou há 3 semanas.
Nesta sessão, estiveram presentes 16 entidades, confirmando a importância destas acções de formação conjunta promovidas pela Plataforma de
Voluntariado Missionário. Foram elas: Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres; Congregação dos Sagrados Corações; Congregação Salesiana; Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria; Guard’África; Juventude Hospitaleira; Leigos Missionários da Consolata; Leigos Missionários Carmelitas Descalços; Leigos Missionários Combonianos; Movimento Teresiano de Apostolado; Grupo Ondjoyetu; ORBIS; Irmãs de São José de Cluny; Voluntariado Espiritano; Voluntariado Teresa de Saldanha; e Jovens Missionárias da Apresentação de Maria.
A próxima sessão está marcada para os dias 19 e 20 de Abril, também em Fátima.
in Funcação Evamgelização e Culturas
29 fevereiro 2008
SORRISOS n.º 3
21 fevereiro 2008
RECICLAR CAMINHOS DE VIDA
À noite ao tentar fechar os olhos, o meu pensamento foi invadido por inúmeros grãos de areia que habitavam no meu sonho, há minha volta nada mais existia a não ser areia. Já tinha lido e visto algumas reportagens sobre o deserto, recordei-me então da dureza do clima e da sensação de ausência.
Estava sozinha! Por vezes precisamos de estar sozinhos, de descobrir um caminho, de amadurecer um estilo de vida, dar volta à nossa história, deixar o supérfluo e ir ao essencial, rodar os ponteiros do relógio e descobrir um tempo favorável que nos renove, que nos recicle por dentro, que permita projectar e sonhar para onde vamos.
A primeira pegada deste trajecto deixa marcas no solo, estas vão mover a posição dos grãos de areia e consequentemente, nem que seja por breves momentos a fisionomia do solo. Esta pegada pode ser uma porta aberta, um marco que sirva de orientação, para ti. Como peregrina, quero aceitar este desafio, atravessar o deserto, mergulhar na minha própria renovação, deixar as necessidades que o mundo inteiro me cria e procurar eu própria o meu mundo de Bem-Aventuranças. Trocar o verbo ter pelo verbo ser... Tornar-me cada vez mais aquilo que sou, partilhando com o outro um pouco de mim, sem medo de ficar perdida no meu próprio vazio. Criar uma linguagem que me faça compreender, educar o olhar, construir novos sons, guardar o cheiro deste lugar e tocar na sua essência, afastando tudo o que me tira a comunhão, assumindo-me assim como corpo místico que sou.
É essencial que o homem caminhe, que atravesse o deserto, que consiga crescer, exercitando a lógica do dar-se mais, sair de si próprio para amar o outro, trilhar a busca continua do equilíbrio, sempre numa entrega de amor. Não é uma mera travessia, tem uma mistologia, um ensinamento vivido, um desligamento das nossas prisões interiores, restituindo a dignidade, o valor, o sentido.
Reciclar, converter, arrepiar caminho do que nos torna menores e não nos permite ser e dar.
Foi durante quarenta dias que Jesus se recolheu no deserto e foi precisamente neste lugar inóspito que decidiu o seu caminho de Missão. A Quaresma nasce pela necessidade de celebrar a Páscoa, reciclar a alegria de Cristo ressuscitado, centrada na eucaristia, buscando a comunhão. Quando pensamos na Quaresma, e na quantidade de exercícios que ela nos vai exigindo, o tempo de caminhada parece sombrio, mas não é! Existem raios de luz que nos permitem compreender que o importante não é apenas “despejar o saco”, mas enchê-lo daquilo que nos faz falta, tempo para ver o que queremos alterar, sempre com a certeza de queremos viver em Cristo ressuscitado.
01 fevereiro 2008
Intenção Missionária de Fevereiro 2008
18 janeiro 2008
Semana da Unidade pelos Cristãos 2008
O mesmo repetira já o papa João Paulo II à saciedade, ao afirmar o carácter irreversível do caminho ecuménico. O mesmo é-nos reafirmado por Bento XVI e o mesmo foi o sentir dos delegados presentes em Sibiu. Os caminhos aí apontados revelaram as inúmeras possibilidades de construção e de vivência desta unidade no concreto da vida das Igrejas e de cada cristão: empenho social, luta pela integridade da criação, defesa dos direitos humanos, procura de uma civilização mais justa e fraterna, acolhimento do outro na sua diferença e na sua riqueza… Mas este Oitavário remete-nos para o essencial: não há unidade dos cristãos sem reconciliação, e esta é obra do Espírito em nós. Aqui, a oração converte-nos ao desejo que o Espírito grita em nós, abre-nos os horizontes para perceber a urgência da prece de Jesus para que "todos sejam um", cria em nós a capacidade de irmos ao encontro do outro numa atitude de verdade e de bondade. Tradicionalmente, a Semana de oração pela unidade dos cristãos é celebrada de 18 a 25 de Janeiro. Esta data foi proposta em 1908 por Paul Wattson de maneira que elas se realizassem no período entre a festa de São Pedro e a de São Paulo. Assim sendo, esta escolha tem um significado simbólico. No hemisfério Sul, onde o mês de Janeiro é o período das férias de Verão, preferiu-se adoptar uma outra data, por exemplo, uma semana próxima do Pentecostes (sugestão feita pelo movimento Fé e Constituição em 1926), que constitui uma data simbólica para a unidade da Igreja. A passagem bíblica escolhida para a celebração do centésimo aniversário da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é extraída da 1ª Carta aos Tessalonicenses. A exortação “orai sem cessar” (1Tes 5,17) sublinha o papel essencial da oração na vida da comunidade dos fiéis. Pois ela permite aos seus membros aprofundar a sua relação com Cristo e com os demais irmãos na fé. Esta passagem faz parte de uma série de “imperativos” e declarações através das quais Paulo encoraja a comunidade a viver da unidade que Deus nos dá em Cristo, a ser na prática o que ela é em princípio : o Corpo único de Cristo, visivelmente unido num mesmo lugar. Paulo nutria grandes esperanças para a Igreja de Tessalónica: a fé, a esperança e a caridade que não cessavam de crescer nesta cidade, a maneira com que ela havia acolhido a Palavra apesar dos sofrimentos, e a alegria que ela expressava no Espírito Santo, tudo concorria para suscitar sua admiração e seus louvores (1Tes 1,2-10). Todavia ele estava preocupado. A sua saída precipitada não lhe tinha deixado tempo de consolidar a obra que tinha começado e rumores inquietantes chegavam até ele. Certos desafios provinham do exterior, sobretudo a perseguição da comunidade e dos seus membros (1Tes 2,14). Outros eram de natureza interna: alguns membros da comunidade continuavam a ter comportamentos cada vez mais marcados pela cultura ambiente do que pela nova vida em Cristo (4,1-8) ; outros criticavam os responsáveis que exerciam a autoridade e, em consequência o próprio Paulo (cf. 2,3-7,10) ; outros ainda desesperavam-se da sorte reservada aos que morriam antes do regresso de Cristo. Um dos principais objectivos de Paulo era edificar esta comunidade na unidade. Nem mesmo a morte pode cortar os laços que a unem enquanto único corpo de Cristo. Jesus foi morto e ressuscitou por todos. Assim, quando o Senhor voltar, tanto os que já adormeceram quanto os que ainda vivem, «vivamos então unidos a ele» (5,10). Isto conduz Paulo a pronunciar os imperativos que figuram em 1Tes 5,13-18 e formam uma lista de exortações das quais uma parte foi escolhida para servir de base à Semana de oração deste ano. Esta passagem se inicia pela exortação que Paulo dirige aos membros da comunidade : “Vivei em paz entre vós” (5,13b) – paz que não significa simplesmente a ausência de conflitos, mas a harmonia na qual os dons de cada membro da comunidade contribuem à sua prosperidade e crescimento. É interessante notar que Paulo não dá nenhum ensinamento teológico abstracto, nem faz alusão às emoções e aos sentimentos. O apelo “orai sem cessar” (5,17) faz parte desta lista de imperativos. Isto nos lembra que a vida numa comunidade cristã só é possível através de uma vida de oração. Paulo mostra ainda que a oração é parte integrante da vida dos cristãos, precisamente quando eles procuram manifestar a unidade que lhes é dada em Cristo – uma unidade que não se limita aos acordos doutrinais e às declarações oficiais, mas que se exprime em “tudo o que contribui à paz” – através de acções concretas que testemunham a unidade em Cristo, e entre si e que a fazem crescer.05 janeiro 2008
IM - Sábado
Hoje rezo um mistério do terço,
a fim de entregar a Maria
todas as crianças do mundo.
Pedimos-te
um pouco mais de amor
para todas as crianças do mundo;
um olhar de ternura
para esta humanidade,
que teu Filho tanto amou
e por quem deu a própria vida.
Amen.
04 janeiro 2008
IM - Sexta-feira
COMPROMISSO
Hoje aceito, com alegria,
os pequenos sofrimentos
que a vida me apresenta.
Jesus, nosso Salvador,
a cruz, que carregaste por nós,
continha o peso de todos
os sofrimentos do mundo.
Faz que cada criança missionária
saiba caminhar junto a ti,
a fim de partilhar as fadigas,
as dores, as preocupações
dos nossos irmãos grandes
e pequenos.
Torna-nos samaritanos de esperança
neste mundo que ainda não conhece
o teu amor.
Acolhe as dores dos pequenos
e abre à humanidade novos caminhos
de fraternidade, de paz e de acolhimento.
Amen.







