Diocese da Guarda | Departamento da Comunhão Eclesial e Ecumenismo - Departamento das Missões - Departamento da Piedade Popular | Obras Missionárias Pontifícias
12 outubro 2012
Nota Pastoral para o Ano da Fé (III a V partes)
11 outubro 2012
Nota Pastoral para o Ano da Fé
09 outubro 2012
Liga dos Servos de Jesus - nova coordenadora geral
01 outubro 2012
Oração pelos missionários
Intercedei junto a Deus
Fazei com que os homens
Santa Teresinha do Menino Jesus,
25 setembro 2012
18 setembro 2012
Conclusões das Jornadas Missionárias 2012
Jornadas missionárias 2012 - Conclusões
Vaticano II: 50 anos, Missão, Memória e Profecia.
Nos dias 14 a 16 de setembro, reuniram-se no Centro Pastoral Paulo VI em Fátima, cerca de 300 pessoas nas Jornadas Missionárias Nacionais.
O tema escolhido, “Vaticano II, 50 anos, Missão, Memória e Profecia”, pretendeu ajudar a viver o Ano da Fé numa perspetiva missionária.
A alma da Missão é o dom total de si mesmo, ao estilo e plenamente configurado com a Missão de Jesus. Ao missionário e à Igreja pede-se contemplação, fidelidade e entrega total ao anúncio do evangelho a todos.
O Concílio Vaticano II, convocado há 50 anos pelo beato João XXIII, foi uma lufada de ar fresco e apresentou à Igreja um documento ousado sobre a Missão. Um dos autores foi o jovem teólogo Ratzinger, atual papa Bento XVI. O Decreto Ad Gentes afirma que a Igreja é por natureza missionária (AG2) e, talvez por isso, todos os documentos do Concílio ganharam esta dimensão. Tal significou uma nova fundamentação teológica no amor fontal da Trindade que gerou uma mudança de paradigma da missão.
O documento que melhor traduz a receção do Decreto Ad Gentes em Portugal é a Carta Pastoral dos Bispos de 2010, “Como Eu vos fiz, fazei vós também”. Nela se retomam as intuições essenciais do Vaticano II: a Igreja existe para evangelizar e deve dar testemunho do evangelho; a Igreja local é a protagonista da evangelização junto de todos, batizados e não batizados; o contributo dos leigos é fundamental nas áreas onde só eles podem intervir e no voluntariado; o testemunho, o diálogo, o anúncio e a profecia são o novo rosto da Igreja missionária num mundo multicultural, multirreligioso e fragmentado social e economicamente; há necessidade de uma espiritualidade missionária que alimente uma atitude de vida de quem está disponível para ser enviado e partir.
A Missão hoje ajuda a construir uma Igreja testemunha do Evangelho, despojada de poder, assente no diálogo e na opção pelos mais pobres. Iniciativas como as geminações, voluntariado missionário, missões populares devem envolver crianças, jovens, adultos e idosos. É dando que se recebe e abrindo-se ao outro que se impede a asfixia das nossas comunidades cristãs.
D. Henri Teissier, bispo emérito da Argélia, testemunhou de viva voz e experiência feita a missão da Igreja num contexto 100% muçulmano. Falou da riqueza que é anunciar o Evangelho mesmo àqueles que não se querem converter. Partilhou experiências de testemunho radical como o dos monges trapistas de Tibhirine, martirizados em 1996, na Argélia. A Missão de presença e partilha de vida permite acolher o que os outros têm para nos dar da parte de Deus. O maior testemunho é dar a vida pelos não cristãos.
Esperamos que o próximo Sínodo sobre a Nova Evangelização traga à Igreja um novo dinamismo missionário.
Realizaram-se quatro workshop's, em simultâneo, sobre Missão e infância, Missão e Juventude, Missão e voluntariado, Missão e Igreja Local.
Foi dada a sugestão de que o domingo das Jornadas se torne progressivamente a Peregrinação Nacional da Missão.
Solidarizamo-nos com o papa Bento XVI em visita pastoral ao Líbano.
As próximas Jornadas Missionárias Nacionais decorrerão nos dias 20, 21 e 22 de setembro de 2013.
Fátima, 15 de setembro de 2012, memória de Nossa Senhora das Dores
06 julho 2012
Intenção missionária - julho 2012
Para que todos os voluntários cristãos, presentes nos territórios de missão, saibam dar testemunho da caridade de Cristo.
08 junho 2012
Novo Bispo Auxiliar de Braga é António Moiteiro Ramos da Diocese da Guarda
17 abril 2012
25 fevereiro 2012
21 fevereiro 2012
Encontro dos diretores diocesanos das missões
in www.sdmportalegrecbranco.pt.vu
Intenções do Santo Padre para fevereiro 2012
Geral – Acesso à água
Para que todos os povos tenham acesso à água e aos recursos necessários ao sustento quotidiano.
Missionária – Profissionais da saúde
Para que o Senhor sustente o esforço dos profissionais de saúde das regiões mais pobres no serviço aos doentes e aos idosos.
Mensagem de D. Manuel Felício, para a Quaresma de 2012

“A Quaresma é tempo forte de revisão e renovação da vida pessoal e comunitária. São 40 dias de retiro proposto a toda a Igreja para concentrar a atenção no cerne da vida em Cristo, que é, de facto, o amor de Deus revelado e oferecido a toda a criatura. A Quaresma constitui, assim, a grande oportunidade que nos é dada para relançarmos a nossa vida de Fé, procurando principalmente cuidar a partilha, o silêncio e o jejum, sempre na esperança de saborearmos as alegrias da Páscoa.
Há urgências que a Quaresma nos lembra e uma delas é a de darmos a devida atenção uns aos outros, prestando a cada um os cuidados de que ele necessita e sobretudo criando condições para que cada um possa realizar as suas capacidades, no processo de construção da sociedade em que todos têm o direito e o dever de participar.
Por sua vez esta atenção que cada um deve ao seu próximo exige que se cultive sempre a proximidade, a qual não é só proximidade física, mas também moral e espiritual, incluindo a relação com Deus e o Sobrenatural. Ao falarmos de proximidade moral, queremos dizer que, sempre no respeito pela liberdade de consciência de cada um, ninguém pode desinteressar-se de ajudar o próximo a percorrer os caminhos do bem e a recusar os caminhos do mal. Promover a verdadeira distinção entre o bem e o mal e estimular as pessoas a fazerem o bem é cumprir um imperativo evangélico, mas também assumir com determinação uma responsabilidade social.
A proximidade e o interesse pelo outro pede ainda que todos estejamos abertos à prática da autêntica correcção fraterna. De facto, só podemos progredir em todos os aspectos da nossa vida, aceitando ajuda dos irmãos e oferecendo-lhes também a nossa ajuda. Por outro lado, no exercício da sua responsabilidade social, o cristão é obrigado, em nome de Cristo e do Evangelho, a denunciar a cultura sempre que ela se faz condescendente com o mal (cfr. Ef. 5,11). Temos, por isso, que assumir a coragem de recusar mentalidades e comportamentos, que, reduzindo a vida humana à sua dimensão material, aceitam qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Opções desta natureza, para além de serem contra a moral, só podem conduzir á ruina da própria sociedade.
A autêntica vida comunitária é feita por pessoas que se estimam mutuamente, mas também se ajudam e cooperam entre si, no que podemos chamar uma recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor (cfr. Mensagem do Papa p/ Quaresma de 2012).
Para promover esta reciprocidade, na solicitude de uns para com os outros, a sabedoria milenar da Igreja recomenda, especialmente na Quaresma, a pedagogia da esmola, da oração e do jejum.
Ao longo desta Quaresma, queremos, assim, cultivar a autêntica proximidade para construir comunidade, principalmente das seguintes formas:
1. Celebrando a nossa Fé, com especial cuidado e entusiasmo, principalmente na Eucaristia. Recomendamos também que se reze nas comunidades pelo menos uma hora da Liturgia das Horas. E pedimos às Comunidades Religiosas e outras de especial consagração e também a grupos que já o costuma fazer que, pelo menos ao domingo, celebrem a Liturgia das Horas com o Povo.
2. Escutando e partilhando, com mais diligência, a Palavra de Deus contida na Bíblia, não só nas assembleias litúrgicas, mas também nos grupos bíblicos que estamos a incentivar por toda a nossa Diocese;
3. Respondendo, com generosidade, ao apelo da renúncia quaresmal. Este ano vamos dirigir a nossa renúncia quaresmal para a constituição e fortalecimento do nosso Fundo Diocesano de Solidariedade, à semelhança do Fundo de Solidariedade que é promovido pela Conferência Episcopal. São muitos os casos de pessoas que nos estão a bater à porta, pedindo ajuda material, porque lhes faltam os meios elementares de subsistência.
4. Alguns têm vindo a ser atendidos pela Caritas Diocesana e pelas Conferências de S. Vicente de Paulo. Porém, já há falta de meios para atender às necessidades e a evolução dos acontecimentos faz-nos prever que as dificuldades vão aumentar”.





